Há um conceito errado, que muitas pessoas crêem, de que a proteína vai dar músculos. Segundo a professora e nutricionista da Universidade de Brasília Teresa Helena Macedo, o esportista pode julgar estar depositando aminoácidos na musculatura, mas que na verdade serão usados na queima energética.
A nutricionista cita o exemplo dos isolados protéicos, suplementos muito consumidos justamente pela informação de que a proteína vai fazer com que o músculo seja agregado. “Você precisa do exercício e de induzir uma estimulação hormonal adequada. Se não estiver com superávit energético, a proteína não vai ser usada pra efetivar músculo”, explica.
Os suplementos podem ser tóxicos quando consumidos em excesso. Portanto, o nível da toxicidade deve ser avaliado ante de serem indicados aleatoriamente aos esportistas. “O uso indiscriminado, sem orientação e sem conhecimento do comportamento alimentar do indivíduo é errôneo, ainda mais porque a pessoa gasta dinheiro à toa”, afirma Teresa Helena.
Segundo a nutricionista, as políticas estão investindo em incentivar os indivíduos a comer mais legumes e frutas para justamente não dependerem tanto de suplementação. "Controlar com alimentação o organismo dá conta de fazer, no caso do suplemento, precisa de uma orientação específica", acredita ela.
É possível consumir carboidratos mais fáceis de serem obtidos com um trabalho metabólico menor e muitas vezes obtendo os mesmos resultados. O suplemento, portanto, não é a primeira indicação. “O uso indiscriminado pode impor um estresse ao organismo, dificultando o metabolismo de proteínas. Além disso, substitui a alimentação comum por um padrão mais caro”, completa Tereza Helena.
A nutricionista cita o exemplo dos isolados protéicos, suplementos muito consumidos justamente pela informação de que a proteína vai fazer com que o músculo seja agregado. “Você precisa do exercício e de induzir uma estimulação hormonal adequada. Se não estiver com superávit energético, a proteína não vai ser usada pra efetivar músculo”, explica.
Os suplementos podem ser tóxicos quando consumidos em excesso. Portanto, o nível da toxicidade deve ser avaliado ante de serem indicados aleatoriamente aos esportistas. “O uso indiscriminado, sem orientação e sem conhecimento do comportamento alimentar do indivíduo é errôneo, ainda mais porque a pessoa gasta dinheiro à toa”, afirma Teresa Helena.
Segundo a nutricionista, as políticas estão investindo em incentivar os indivíduos a comer mais legumes e frutas para justamente não dependerem tanto de suplementação. "Controlar com alimentação o organismo dá conta de fazer, no caso do suplemento, precisa de uma orientação específica", acredita ela.
É possível consumir carboidratos mais fáceis de serem obtidos com um trabalho metabólico menor e muitas vezes obtendo os mesmos resultados. O suplemento, portanto, não é a primeira indicação. “O uso indiscriminado pode impor um estresse ao organismo, dificultando o metabolismo de proteínas. Além disso, substitui a alimentação comum por um padrão mais caro”, completa Tereza Helena.
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